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quarta-feira, 15 de janeiro de 2014

REFLEXÕES AO RITMO DA MENTE Nº 180


 

Comentários:

Comentário de Mônica do S Nunes Pamplona sexta-feira

Nada é por acaso.
Mas por acaso adorei teus versos.
Bjssss
Comentário de REGINA DA CONCEIÇAO MADEIRA GODA em 8 janeiro 2014 às 19:22

Amigo Paolo, o acaso nos proporciona boa surpresas. Abraços carinhosos. 
Comentário de Waulena d'Oliveira Silva em 4 janeiro 2014 às 18:39

Então que o destino seja camarada e nos mande mensagens, acasos, felizes !
Bjs, Poeta. Wau.
Comentário de Maria das Graças Araújo Campos em 4 janeiro 2014 às 17:53

E, como não existe acaso... Devo dizer: Que lindo poema! Não por acaso! Beijosssss
Comentário de Sílvia Mota em 4 janeiro 2014 às 17:27

Verdade, poeta. Afinal, nada é por acaso, nessa vida. Beijosssssssssssss
Comentário de Lúcia Cláudia Gama Oliveira em 4 janeiro 2014 às 16:46

De fato pode ser uma mensagem, mas não seria ocaso escolher os outros que poderá... Por vir!? O acaso pode existir se você permitir. Pois é, ao ritmo da mente.
Que coisa louca!!!!
Valeu.... rs. Poalo Lim.
Beijos

ARCO IRES II

 
Nômades são minhas ideias -
algumas maleáveis, outras sérias -
que fluem pelas aléias
dos meus pomares naturais.
Verdejantes sede de ser,
se mostrar, acontecer,
vicejar um novo alvorecer
e se tornarem reais.

Rubros são meus inquietos sonhos,
universais, de amores tamanhos,
supra reais, ascendentes, estranhos,
mutantes e virtuais...
Cânticos de riquezas múltiplas,
divididas, partilhadas sem disputas,
com igualdade e sem culpas
como benesses naturais.

Amarelas são as intempéries,
obedecendo inquestionáveis séries,
arbitrárias e estéreis,
monotonamente sequenciais.
Erupção de lavas, enchentes, queimadas,
epidemias, ondas, forças armadas,
frio, calor, acidentes, enxurradas
e as fatídicas políticas do "quero mais".

Azul é a vida levada,
muito sapeca se bem humorada
e atentamente observada...
É o que temos e nada mais !
Sofrer e ter alegrias,
curti-la sem hipocrisias,
vivendo-a dia após dias,
sem rejeita-la jamais !

E assim se completa o arco-íris
com cores e seus matizes
que nos fazem aprendizes
do negro do nunca mais.
Saber admira-lo nos cabe,
entende-lo - Quem sabe?
Reinventa-lo como uma nave
de conquistas espaciais...
                                                                 Casa, agora branca - Piratininga
                                                                       Rio 40ª graus Jan.2014


Comentário de Mônica do S Nunes Pamplona

Colorir uma personalidade como um Arco-Iris não é fácil.
 A não ser assim, poeticamente como bem assim o fizestes.
Parabéns meu querido.
Bjssssss
Comentário de Sílvia Mota

Teu arco-íris remete meus pensamentos ao colorido da vida. Teu negro lembra-me a morte com o "nunca mais"... Belo poema.
Comentário de Marcia Portella

Viajei em seu colorido arco-iris principalmente na última cor (estrofe).....Abraço
Comentário de Waulena d'Oliveira Silva

Nômades são minhas ideias
...Rubros são meus inquietos sonhos... "
Tantas cores na vida, cores do dia-a-dia, cores dos sentimentos...   O arco-íris humano, tão caro...
Um belo poema amigo Paolo !
Bjs Wau
Comentário de Maria das Graças Araújo Campos

Lindo arco-íris, poeta! Beijosssssssssss
Comentário de Marcial Salaverry 

Amigo Paolo,
Decididamente seus poemas fazem bem para a alma...
Abraços poetoparabenizatorios,
Marcial
Comentário de Marcia Cristina B. N. Varricchio

Adorei. Em especial, a leveza. Parabéns.
Comentário de REGINA DA CONCEIÇAO MADEIRA GODA 

Amigo Paolo, uma linda obra bem como a imagem. Ficou um conjunto completo. Abraços carinhosos.

PAPO BARATO

 

Como um Jeca,
minha poesia sapeca
abre caminhos fortuitos
entre rimas e conceitos gratuitos
da denominada vanguarda,
que da Zoropa gelada
vem pronta para ser degustada
sem critérios objetivos,
sem realismos nativos,
sem nada.
O concreto é subjetivo
como uma pena, um boi mocho, um livro...
Embora real tido
pelo não escrito,
só pensado, intuído...
Eu escrevo com tinta,
como uma criança que pinta
a inocência das cores
que dão sabores,
completam rimas,
provocam lágrimas,
expõem sinas
do meu sentir tropical,
macunaímico, não formal.
Falo da minha amada -
minha vanguarda universal !
- usando inúmeros recursos
do idioma nacional
composto por muitas gírias,
onomatopeias, etc e tal,
que mexem com a alma do povo,
maneiro, tradicional.
...E você que me está lendo,
não me leve a mal !

Casa branca - Piratininga
Verão de 2014

Comentar
Comentário de Marcia Portella 2 horas atrás
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Ótimo papo,simples e objetivo....
Comentário de Sandra Galante

Como sempre és único em teus escritos do qual sou tua fã number on .Bjos amado!
Comentário de Elias Akhenaton

Fenomenal poeta irmão! Parabéns e abraço fraternal!!!
Comentário de Mônica do S Nunes Pamplona

Bastante original.
Bjsssss
Comentário de Waulena d'Oliveira Silva

Divertido, leve, muito bom !
Bjs. Wau
Comentário de Sílvia Mota 

Poética original... e bela! Parabéns, querido Paolo!

terça-feira, 17 de dezembro de 2013

MALHAÇÃO



Sob sol de verão ou em tempo nublado;
In door ou em campo molhado;
Na neve, deserto ou em solo escarpado;
Pela manhã ou à noite, em ritmo puxado;
Vício, mania ou dever receitado;
Intenso, mais lento, constante ou ordenado;
Doído, medido, escolhido ou comparado;
Embora curtido, sempre focado;
... O amor é um exercício fisioterápico.

                                        Camboínhas, dezembro/2013

Comentários:

 
Comentário de Lúcia Cláudia Gama Oliveira ontem

Rsrs E aprovado!!! Poema/cinesio funcional.
Parabéns.
Beijos
Comentário de Janete Francisco Sales Yoshinaga ontem

Verdade amigo!
Um dos melhores exercícios,
este poema diz tudo!
Gostei!
Beijos
Comentário de Waulena d'Oliveira Silva domingo

"... O amor é um exercício fisioterápico."
Com certeza ! Uma excelente terapia !
Bjs. Wau 
Comentário de Sílvia Mota domingo

rsrsrs... É verdade, querido poeta... Divertido poema. Beijosssssssssssss

VERSINHOS SEM INTERESSE II


 

Doo o que não mais preciso;
Partilho o que me excede;
Conquisto o que me falta;
Sorrio para o inalcançável
e sofro pelo miserável.

Quem não dá, guarda;
Quem guarda, tem;
O que não se usa, estraga;
Não beneficia ninguém...


                          Camboínhas. Novembro/2013


 Comentários:


Comentário de Marcial Salaverry quinta-feira

Uma grande verdade em teu texto meu caro amigo,
devemos saber dar valor àquilo que temos, e não malbaratar nada...
Abraços poetoparabenizatorios,
Marcial
Comentário de Marcia Cristina B. N. Varricchio quinta-feira

Bom dia, Soaroir. Lembrou de uma profunda verdade: Nosso é somente aquilo que damos ao universo. Seremos os primeiros a termos de volta a dimensão exata do que ofertarmos, pois nada acontece sem a Permissão Maior. Uma folha não cairá, nem a corrupção imperará, se não houver um necessário e rico aprendizado por trás disto.
Que os bons sentimentos e as boas ações prevaleçam, hoje e sempre. 
Comentário de Marcia Cristina B. N. Varricchio quinta-feira

Corrigindo: ao gesto ativo.
Comentário de Marcia Cristina B. N. Varricchio quinta-feira

Concordo com a Silvia: teu convite à solidariedade, o gesto ativo são o amor e a prece EM AÇÃO! Nada mais agradável, perene e necessário ao mundo do que isto. Mais um abraço!
Comentário de Soaroir de Campos quinta-feira

Caríssimo, parabéns. Por experiência sei -   materialmente quando a gente não dá  ou divide a vida arrebata...
Comentário de Sílvia Mota quinta-feira

Versos de grande interesse, isto sim!
Acabo de assistir imagens desoladoras dos efeitos da chuva no Rio de Janeiro, em São Paulo, em Belo Horizonte... enfim, pelo Brasil afora... Tantos desabrigados, que necessitam da nossa solidariedade... Teu poema faz refletir para agir. O olhar do cãozinho é lindo, doce e comovente. Beijossssssssssssss
Comentário de Marcia Portella quinta-feira

Interessante, principalmente a última estrofe.............
Comentário de Marcia Cristina B. N. Varricchio quinta-feira

Bom dia! Muito bonito quando a pessoa fala uma grande verdade com tamanha docilidade. A força da suavidade, convida, faz refletir e transformar. Num momento propício, os corações ora endurecidos ora carentes se bastando pelo acumular, estão mais abertos pelo período, também pelas imagens dos danos ocorrendo em toda parte... Estraga porque não circula, não renova, se perde da função do compartilhar...Fica no peso do reter, do acumular. Nem todos isso conhecem, porém mesmo aos que conhecem, é necessário lembrar. Foi aí que aquele lindo olhar do animal, a mim significou...Que realidade estará ele a mostrar? Abraço.
Comentário de Zélia Mendonça Chamusca quinta-feira

É sim, Versinho com muito interesse e sobre ele devemos refletir para agir de acordo com o Bem que ele nos sugere...
Parabéns Paolo Lim!
ZCH
Comentário de Mônica do S Nunes Pamplona quinta-feira

Pena que nem todos pensam assim.
Belos teus versos.
Bjsss

Comentário de Sheila Gomes de Assis quinta-feira

A solidariedade, a compaixão e a bondade deveriam ser adereços de alma - de todos nós!
Parabéns, bela mensagem! Aplausos!
Beijo no coração.
Comentário de Mariangela Nunes Pamplona quinta-feira

Concordo plenamente! É preciso doar o que se tem a mais, outros precisam enquanto guardamos! Muito bom!!
Abraços meu querido!